O computador é um instrumento da tecnologia que vem sendo muito utilizado pelas escolas na emissão de documentos diversos, pelos alunos dentro e fora da própria escola na realização de pesquisas escolares,e pelos professores na elaboração e pesquisa de conteúdas para as aulas. A internet acaba fazendo transformações dentro da escola proporcionando uma melhor aprendizagem com o uso de outros recursos, alterando assim a prática pedagógica tornando-a mais dinâmida e menos centralizada.
Além de o computador tornar o ambiente escolar em algo muito mais interessante e atrativo, traz novos conhecimentos em todos os apectos, desenvolvendo habilidades possibilitando o aluno criar, pensar e manipular com os inumeros recursos e inovações tecnológicas, aprimorando e ampliando cada vez mais o leque do aprendizado adquirido e ainda pode contribuir de maneira eficaz para que a escola dê conta do seu papel na sociedade, sendo fonte de estímulo para os alunos e uma ferramenta didática muito útil para o professor. Contribui também para a multiplicação de possibilidades de escolha, de interação. Torna a escola mais participativa malhorando ainda mais o processo ensino-aprendizagem.
Telmalend
sexta-feira, 17 de dezembro de 2010
quarta-feira, 15 de dezembro de 2010
Alfabetizar na Educação Infantil.
Alfabetizar na Educação Infantil. Pode?
Grande parte das crianças da escola pública precisa desse espaço para ter acesso a um ambiente alfabetizador
Regina Scarpa
A polêmica sobre ensinar ou não as crianças a ler e a escrever já na Educação Infantil tem origem em pressupostos diferentes a respeito de várias questões. Entre elas:
■ O que é alfabetização? Alguns educadores acham que é a aquisição do sistema alfabético de escrita; outros, um processo pelo qual a pessoa se torna capaz de ler, compreender o texto e se expressar por escrito.
■ Como se aprende a ler e escrever? Pode ser uma aprendizagem de natureza perceptual e motora ou de natureza conceitual. O ensino, no primeiro caso, pode estar baseado no reconhecimento e na cópia de letras, sílabas e palavras. No segundo, no planejamento intencional de práticas sociais mediadas pela escrita, para que as crianças delas participem e recebam informações contextualizadas.
■ O que é a escrita? Há quem defenda ser um simples código de transcrição da fala e os que acreditam ser ela um sistema de representação da linguagem, um objeto social complexo com diferentes usos e funções.
■ O que é alfabetização? Alguns educadores acham que é a aquisição do sistema alfabético de escrita; outros, um processo pelo qual a pessoa se torna capaz de ler, compreender o texto e se expressar por escrito.
■ Como se aprende a ler e escrever? Pode ser uma aprendizagem de natureza perceptual e motora ou de natureza conceitual. O ensino, no primeiro caso, pode estar baseado no reconhecimento e na cópia de letras, sílabas e palavras. No segundo, no planejamento intencional de práticas sociais mediadas pela escrita, para que as crianças delas participem e recebam informações contextualizadas.
■ O que é a escrita? Há quem defenda ser um simples código de transcrição da fala e os que acreditam ser ela um sistema de representação da linguagem, um objeto social complexo com diferentes usos e funções.
Em razão desses diferentes pressupostos, alguns educadores receiam a antecipação de práticas pedagógicas tradicionais do Ensino Fundamental antes dos 6 anos (exercícios de prontidão, cópia e memorização) e a perda do lúdico. Como se a escrita entrasse por uma porta e as atividades com outras linguagens (música, brincadeira, desenho etc.) saíssem por outra. Por outro lado, há quem valorize a presença da cultura escrita na Educação Infantil por entender que para o processo de alfabetização é importante a criança ter familiaridade com o mundo dos textos.
Na Educação Infantil, as crianças recebem informações sobre a escrita quando: brincam com a sonoridade das palavras, reconhecendo semelhanças e diferenças entre os termos; manuseiam todo tipo de material escrito, como revistas, gibis, livros, fascículos etc.; e o professor lê para a turma e serve de escriba na produção de textos coletivos.
Alguns alunos estão imersos nesse contexto, convivendo com adultos alfabetizados e com livros em casa e aprendendo as letras no teclado do computador. Eles fazem parte de um mundo letrado, de um ambiente alfabetizador. Outros não: há os que vivem na zona rural, onde a escrita não é tão presente, e os que, mesmo morando em centros urbanos, não têm contato com pessoas alfabetizadas e com os usos sociais da leitura e da escrita.
Na Educação Infantil, as crianças recebem informações sobre a escrita quando: brincam com a sonoridade das palavras, reconhecendo semelhanças e diferenças entre os termos; manuseiam todo tipo de material escrito, como revistas, gibis, livros, fascículos etc.; e o professor lê para a turma e serve de escriba na produção de textos coletivos.
Alguns alunos estão imersos nesse contexto, convivendo com adultos alfabetizados e com livros em casa e aprendendo as letras no teclado do computador. Eles fazem parte de um mundo letrado, de um ambiente alfabetizador. Outros não: há os que vivem na zona rural, onde a escrita não é tão presente, e os que, mesmo morando em centros urbanos, não têm contato com pessoas alfabetizadas e com os usos sociais da leitura e da escrita.
REFERÊNCIA
O acesso às redes digitais de comunicação
O acesso às redes digitais de comunicação e informação é importante para o funcionamento e o desenvolvimento de qualquer instituição social, especialmente para a educação que lida diretamente com a formação humana.É de muita importancia que as novas tecnologias ganhem espaço efetivo nas salas de aula. Computadores ligados à internet, softwere de criação de sites, tv a cabo,jogos eletronicos. Estas são algumas possibilidades existentes e que podem ser aproveitadas no ambiente escolar como instrumentos facilitadores da aprendizagem. Entratanto,apesar de muitas escolas possuirem essas tecnologias, as mesmas não são utilizadas como deveriam, ficando muitas vezes trancadas em salas isoladas e longe do manuseio de alunos e professores. A falta de preparo desses profissionais também implica no agravante desta situação, além de infelizmente ainda existirem colegas avessos à modernidade sem visão de crescimento tecnológico e que se acomodam na educação tradicional.
E com base nas discurssões do forum da Unidade 3 pude perceber que apesas de muitos de nós estarmos nos esforçando e nos empenhando em nos adaptarmos ao mundo das tecnologias, ainda falta força de vontade e visão de futuro de alguns de nossos colegas para a utilização das TIC's o que já é uma realidade em muitas de nossas escolas. A desculpa de não haver formação para a utilização desses recursos não é mais pertinente, pois este curso e a aquisição dos notebooks são provas disso. O que falta mesmo é a curiosodade e interesse desses profissionais em tornarem suas aulas bem mais atrativas.
Um comentário sobre o texto“ A escola que desejamos e seus desafios” do autor José Manuel Moran
Com base na leitura do texto “ A escola que desejamos e seus desafios” do autor José Manuel Moran http://www.eca.usp.br/prof/moran/ percebe-se que, realmente, muitos alunos não acham mais a escola interessante. Vão à escola tão somente por obrigação. Não tem motivação, um atrativo que sirva de incentivo aos estudos. Professores mais valorizados, bem remunerados e bem preparados são outros desafios que, com certeza, ajudariam a transformar a educação tradicional em uma educação inovadora.
A implementeção de novas tecnologias nas escolas seria um motivo a mais que os alunos teriam em querer frequentar as salas de aula com o objetivo de realmente aprenderem, obterem conhecimento que valham a pena para o seu desenvolvimento sócio-educativo. Como ferramentas essenciais e indispensáveis na era da comunicação, as novas tecnologias ganham espaço efetivo dentro e fora das salas de aula. Computadores ligados à internet, software de criação de sites, televisão a cabo, sistema de rádio e jogos eletrônicos. Estas são algumas das possibilidades existentes e que podem ser aproveitadas no ambiente escolar como instrumentos facilitadores do aprendizado.
Entretanto, apesar de muitas escolas possuírem estas tecnologias, as mesmas não são utilizadas como deveriam, ficando muitas vezes trancadas em salas isoladas e longe do manuseio de alunos e professores. Existem professores e escolas que não conseguem interligar estes instrumentos às atividades regulares por falta de um planejamento eficaz ou até mesmo da falta de profissionais capacitados para a execussão desta atividade.
Em muitas escolas da rede pública, esta parceria entre educação e tecnologia é muito difícil de ser efetivada. No que se refere às tecnologias digitais, principalmente, os professores têm dificuldades de interação. Eles já até admitem utilizar o computador e a internet para preparar as suas aulas, mas não conseguem ainda utilizar as mesmas nas suas atividades em sala de aula, como instrumento pedagógico.
Até que existem formações oferecidas aos profissionais de educação para lidarem com essas tecnologias. O que falta ainda é a vontade de certos professores, infelizmente, em se atualizarem, se familiarizarem com a era virtual e transformarem suas meras aulas em um meio para atrair a atenção dos estudantes.
Tecnologias no cotidiano
Todos os lados, todos os lugares para onde olhamos nos deparamos com diversos recursos tecnológicos aos auais podemos citar desde um simples relógio à última geração de computadores.
A divulgação das tecnologias é feita, de certo modo, pela própria sociedade. É ela que nos obriga estarmos sempre por dentro dessas evoluções tecnológicas. E isso não é diferente dentro da comunidade escolar pois nossos alunos já estão bem entrosados neste mundo cibernético assim como seus familiares também. Hoje em dia quem não pode ter acesso às multiplas formas culturais de representação simbólicas socialmente construidas está socialmente e culturalmente empobrecido.
Disseminar o conhecimento e uso das novas tecnologias em ambientes de ensino/aprendizagem pode contribuir efetivamente para transformar a educação, ampliar a comunicação entre a comunidade escolar, desenvolver o currículo em uma perspectiva pós-moderna que possa gerar mais emancipação no aprender a aprender dos indivíduos de modo sustentável beneficiando a comunidade escolar com as possibilidades de aprender através de cursos, palestras sobre diversos temas de seus interesses.
Mas para isso é preciso mudar as formas de aprenderdos alunos requer mudar tambem a forma de ensinar de seus professores. A nova cultura da aprendizagem exige um novo perfil de aluno e professor, exige novas funções discentes e docentes, as quais só se tornarão possíveis se houver uma mudança na mentalidade de uns e de outros sobre a aprendizagem e o ensino para encarar essa nova cultura.
Assim estas serão outras formas de propiciar mais estímulo e qualidade aos processos de desenvolvimento cognitivo, educativos dos indivíduos contribuindo para o desenvolvimento de um novo currículo interdisciplinar com uma comunicação interativa dentro e fora da escola.
A contribuição das tecnologias para a comunidade escolar
Todos os lados, todos os lugares para onde olhamos nos deparamos com diversos recursos tecnológicos aos auais podemos citar desde um simples relógio à última geração de computadores.
A divulgação das tecnologias é feita, de certo modo, pela própria sociedade. É ela que nos obriga estarmos sempre por dentro dessas evoluções tecnológicas. E isso não é diferente dentro da comunidade escolar pois nossos alunos já estão bem entrosados neste mundo cibernético assim como seus familiares também. Hoje em dia quem não pode ter acesso às multiplas formas culturais de representação simbólicas socialmente construidas está socialmente e culturalmente empobrecido.
Disseminar o conhecimento e uso das novas tecnologias em ambientes de ensino/aprendizagem pode contribuir efetivamente para transformar a educação, ampliar a comunicação entre a comunidade escolar, desenvolver o currículo em uma perspectiva pós-moderna que possa gerar mais emancipação no aprender a aprender dos indivíduos de modo sustentável beneficiando a comunidade escolar com as possibilidades de aprender através de cursos, palestras sobre diversos temas de seus interesses.
Mas para isso é preciso mudar as formas de aprenderdos alunos requer mudar tambem a forma de ensinar de seus professores. A nova cultura da aprendizagem exige um novo perfil de aluno e professor, exige novas funções discentes e docentes, as quais só se tornarão possíveis se houver uma mudança na mentalidade de uns e de outros sobre a aprendizagem e o ensino para encarar essa nova cultura.
Assim estas serão outras formas de propiciar mais estímulo e qualidade aos processos de desenvolvimento cognitivo, educativos dos indivíduos contribuindo para o desenvolvimento de um novo currículo interdisciplinar com uma comunicação interativa dentro e fora da escola.
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